Governo do Distrito Federal
13/01/23 às 17h41 - Atualizado em 13/01/23 às 17h41

Oitenta bocas de lobo limpas no Pôr do Sol e Sol Nascente

Ação foi executada pelo programa GDF Presente, com o reforço de 15 reeducandos do programa Mãos Dadas

Rafael Secunho, da Agência Brasília | Edição: Chico Neto

Cerca de 80 bocas de lobo foram limpas e desobstruídas esta semana no Pôr do Sol e no Sol Nascente. Reforçadas por um grupo de 15 reeducandos do programa Mãos Dadas, da Secretaria de Administração Penitenciária (Seape), as equipes do GDF Presente deram uma geral nos bueiros da região administrativa para enfrentar as chuvas com mais tranquilidade.

 

Repletos de lixo, diversos bueiros passaram por trabalhos de desobstrução em quadras residenciais e outras vias da cidade | Foto: Divulgação / GDF Presente

No Setor Habitacional Pôr do Sol, a limpeza passou pelas quadras residenciais 106, 107, 208, 402 e pelas ruas da Chácara 39, localizadas no Trecho I da região. Já no Sol Nascente, o serviço foi iniciado na Avenida das Palmeiras, próximo à Feira do Produtor. Ainda sem uma rede de captação de águas pluviais completa em suas quadras, o Pôr do Sol tem sofrido diversos alagamentos desde as chuvas torrenciais que caíram em dezembro no DF.

 

 

Redes obstruídas

“Depois das chuvas, pedimos um apoio à Secretaria de Governo para a desobstrução dos bueiros, pois eles não vinham suportando a quantidade de água, e agora estamos com uma equipe bem reforçada com os reeducandos”, ressalta o administrador do Pôr do Sol, Claudio Rodrigues. “No Pôr do Sol, temos a chamada Avenida do Monte, onde a água desce com muita força, vinda da Ceilândia. Então é necessário manter tudo em pleno funcionamento.”

Segundo o coordenador do Polo Oeste do GDF Presente, Devanir Lopes, as bocas de lobo estavam repletas de garrafas de plástico, inservíveis e lixo doméstico. Os resíduos foram encaminhados à Unidade de Recolhimento de Entulhos (URE), na Estrutural. Uma das redes pluviais também estava obstruída por entulhos. A Novacap vai complementar o serviço.

“Cerca de 80% da sujeira é depositada pela população nas caixas de drenagem. Os outros 20% são compostos de terra, lixo verde e algumas impurezas que a chuva carrega”, aponta Devanir. “Dessa forma, é necessário que o morador se conscientize de que ali não é lugar de jogar lixo.”