Governo do Distrito Federal
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5/06/20 às 18h43 - Atualizado em 5/06/20 às 18h45

Candangolândia recebe ação do GDF Presente

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Foram instalados novos ramais de captação de águas pluviais, operação tapa-buracos e instalação de boca de lobo

 

Um mutirão de serviços realizados durante o GDF Presente colocou fim ao sofrimento dos moradores da QRO da Candangolândia. Principalmente, aos residentes no Conjunto C. Durante 15 anos, eles conviveram com alagamentos e enxurradas provocados pela falta de boca de lobo e de uma rede de águas pluviais mais eficiente.

Para acabar com os transtornos, a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), que integrou a força-tarefa de órgãos locais, aproveitou o desembarque pesado de máquinas e homens na cidade durante o GDF Presente e instalou novos ramais da rede de captação de água e uma boca de lobo, no Conjunto C da QRO.

Agora, a água da chuva não deve chegar mais à casa do seu Valdivino da Rocha, 40 anos, que reside no local. Vai cair direto na boca de lobo e desembocar na rede de captação. “Aqui era um pedido que vinha fazendo há 15 anos, pois sempre que chovia a água descia para minha casa. Quero agradecer a administração regional por estar atendendo esse pedido e pelas melhorias que vem fazendo pela nossa cidade”, ressaltou ele.

 

 

O GDF Presente é um programa vinculado à Secretaria de Cidades que visa levar órgãos responsáveis pelo serviço de manutenção para as regiões administrativas, realizando vários serviços, como poda de árvores, pintura e reforma de praças.

Na Candangolândia, os serviços foram ampliados. Teve ainda operação tapa-buraco na pista que passa embaixo do viaduto de acesso à cidade, para quem vem da Estrada Parque Indústria e Abastecimento (Epia), e instalação de calhas no campo sintético da Quadra QR 1-A.

O servidor público Marco Silvestre, 47, não vê a hora de o “campinho” ser liberado para uso novamente para finalmente poder usá-lo. “Vinha muita água. Inundava tudo. Não dava para jogar bola. Eu vejo constantemente eles trabalhando ali. Vai resolver o problema”, espera Marco, que residente na QR 1-A. Aos seis anos de idade, o filho dele ainda não conheceu o campo sintético. “Vou leva-lo para brincar lá”, promete Marco, pai do pequeno Marco Vinícius.

A vigilante Suelen de Oliveira, 37, que toma conta do espaço durante esse tempo de pandemia, conta com saudosismo o tempo em que a quadra era povoada pelos moradores. Com a pandemia de Covid-19, o espaço teve de ser interditado. “Lotava. Não tinha hora nem para fechar”, recorda.

 

ARY FILGUEIRA | EDIÇÃO: ISABEL DE AGOSTINI,, DA AGÊNCIA BRASÍLIA